Se7e faíscas mentais para inspirar o início de um novo ano!

  1. Vi o documentário The Loop (22min, gratuito) da IBM e como sempre tive a visão de que eles eram muito “quadrados”, foi surpreendente ver sua a história com design e como estão inovando nessa área. O título do curta metragem é o nome do processo que eles criaram, baseado no design thinking,  que cria um ciclo contínuo de observação, reflexão e ação. O mais interessante foi ver como esse processo transformou algo que parecia óbvio, mas que na verdade iria ter um impacto negativo para os clientes deles. Fiquei refletindo quantas das minhas ideias de soluções caem na mesma armadilha;
  2. Já estou super empolgado com o Gutenberg e depois de assistir a palestra Gutenberg and the WordPress of Tomorrow, fiquei mais ainda! Estou pirando com o nível de possibilidades que o projeto abre e o que de legal eu poderia construir, tanto para mim quanto para outras pessoas. O mais interessante é que o palestrante foi muito além e soltou uma previsão: em cinco anos todos estaremos consumindo conteúdo por realidade virtual (VR) e este projeto pode possibilitar essa compatibilidade;
  3. Descobri recentemente o podcast Rework e no episódio especial “Jason Fried at INDUSTRY 2017” é comentado a ideia do “Disagree and Commit” (“discordar e comprometer”), que também é utilizada pelo Jeff Bezos na Amazon, como um princípio importante para se trabalhar em equipe. Como nem sempre é possível checar a um consenso, que as vezes pode gerar decisões medíocres pois é difícil agradar a todos, o importante é que todos estejam comprometidos em querer o melhor do projeto/empresa. Isso implica que as vezes é necessário se comprometer com decisões que nem sempre julgamos a melhor opção;
  4. Também do episódio do podcast do item anterior, Jason comentou algo que sincronizou bastante com o planejamento para este novo ano: quando você fala sim para algo, você fala não para muitas coisas. Quando você fala não, você só está falando não para uma coisa. Ainda estou pensando quais projetos vão ganhar um sim este ano, por enquanto a única certeza é que este blog está nesta lista do com certeza;
  5. Li a tese de pós-graduação A construção de um relacionamento na perspectiva do poliamor da Janaina Reis e fiquei pensando em quais seriam os elementos necessários para fazer o resultado de uma pesquisa ser mais acessível, sem precisar codificá-la com a linguagem acadêmica, e como isto poderia ser ensinado tanto na academia quanto fora dela. Seria algo mais ligado a jornalismo? Aceito indicações.
  6. Parte da resposta do item acima, acredito que comecei a encontrar logo em seguida na leitura do livro Made with Creative Commons (gratuito), que apoiei na campanha do Kickstarter em 2015, pois ele ao mesmo tempo que tem um formato de entrevista/pesquisa, se preocupa em deixar agradável e acessível a leitura, além do cuidado para citar todas as referências, mas sem ficar chato e intrusivo. Pulando esse viés, estou me deliciando com a leitura e com os exemplos reais de como empresas com uma cultura voltada ao compartilhamento livre podem prosperar e este é um dos meus focos para a Spirallab este ano;
  7. Michael Simmons escreveu o que descobriu sobre como Elon Musk aprende mais rápido e melhor do que os outros. Ele desconstrói a ideia de que é necessário focar em apenas uma área para ter sucesso nela e se aprofunda no conceito de aprender primeiro os princípios fundamentais (fundamental principles) para depois se aprofundar em conhecimentos maiores;

Esperar pela perfeição nunca é tão inteligente quanto progredir.
Waiting for perfect is never as smart as making progress.

Seth Godin

Publicado por Daniel Kossmann Ferraz

Sou (de)formado em Ciência (?) da Computação e (in)formado em Cinema, Literatura, Tradução, Arte, Quadrinhos e Alquimia pela Universidade Pirata, obtendo com louvor o título de Kosmonauta. Nas horas vagas, gosto de desenhar mãos e viajar em universos paralelos. Se você gostou dos meus textos, me ajude a escrever mais.

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